Ontem, nem vi a cara do meu namorado. Ele ficou cuidando da vovó. Eu aproveitei para ir ao cinema com a minha amiga Má. Fomos assistir a "Diários de Motocicleta", de Walter Salles. Simplesmente maravilhoso e bem-humorado. Nunca fui e não sou fã do Che, mas admiro seu idealismo e sua coragem de tentar mudar o mundo. Ao começar a viagem com seu amigo, Alberto Granado, era apenas um jovem em busca da realização de um sonho. Ao chegar ao leprosário na Amazonas peruana já mostrava que seria o grande revovlucionário. O encontro com tantas injustiças só poderia transformá-lo no grande Che. Vale a pena assistir ao filme, se vc ainda não o fez. Fiquei com vontade de ler os livros os quais inspiraram o filme. Será que eu acho por aqui?! Vou tentar conseguir.
Acredito que qq um que faça uma viagem parecida, mesmo nos dias de hoje, se transformará também. Não é possível que alguém fique imune a tanta injustiça, a tanta pobreza que encontrará pelo caminho. Sempre senti vontade de viajar por esse Brasil afora. Um dos motivos de ter escolhido a profissão de jornalista foi esse. Afinal, poucas profissões nos dão a liberdade de viajar para cima e para baixo e, ainda receber por isso. Só que o mais importante para mim é me deparar com situações novas, conhecer a injustiça, a pobreza, a luta pela sobrevivência. Um dia eu farei isso, mesmo que seja uma viagem curta e sem remuneração. Tenho planos na verdade de virar uma voluntária por esse mundo de meu Deus. Mas antes preciso estudar porque eles exigem muitos conhecimentos para isso.
Próximos filmes que tenho que assistir: O prisioneiro da grade de ferro (sou viciada em filmes sobre o sistema penitenciário e suas injustiças), Cazuza - O tempo não pára, Olga (estréia em agosto). Esses eu não posso deixar de ver.
PS: Meu namorado mora em outra cidade, porque está terminando a faculdade. Mas ele está por aqui por causa da greve das universidades públicas de São Paulo. Talvez, hoje eu consiga entregar os presentes que comprei. Mas é talvez mesmo.
Acredito que qq um que faça uma viagem parecida, mesmo nos dias de hoje, se transformará também. Não é possível que alguém fique imune a tanta injustiça, a tanta pobreza que encontrará pelo caminho. Sempre senti vontade de viajar por esse Brasil afora. Um dos motivos de ter escolhido a profissão de jornalista foi esse. Afinal, poucas profissões nos dão a liberdade de viajar para cima e para baixo e, ainda receber por isso. Só que o mais importante para mim é me deparar com situações novas, conhecer a injustiça, a pobreza, a luta pela sobrevivência. Um dia eu farei isso, mesmo que seja uma viagem curta e sem remuneração. Tenho planos na verdade de virar uma voluntária por esse mundo de meu Deus. Mas antes preciso estudar porque eles exigem muitos conhecimentos para isso.
Próximos filmes que tenho que assistir: O prisioneiro da grade de ferro (sou viciada em filmes sobre o sistema penitenciário e suas injustiças), Cazuza - O tempo não pára, Olga (estréia em agosto). Esses eu não posso deixar de ver.
PS: Meu namorado mora em outra cidade, porque está terminando a faculdade. Mas ele está por aqui por causa da greve das universidades públicas de São Paulo. Talvez, hoje eu consiga entregar os presentes que comprei. Mas é talvez mesmo.
<< Página inicial